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sábado, 6 de janeiro de 2018

RESPONSABILIDADE SOCIAL


A prática da responsabilidade social desenvolve-se a partir do ano de 1990, quando houve uma discutível gestão para corporações que procuram conservar competitivas em seus tipos de mercados.

Existem quem acreditam que as corporações fazem este trabalho voluntario para redimir a culpa de ter criar bens e miséria ao mesmo tempo.

Responsabilidade social considera-se na preocupação com o bem está humano. Essa, sem abandonar o objetivo de gerar lucro, devera conduzir seus negócios, objetivando alcançar o desenvolvimento sustentável com qualidade de vida. Para que isso ocorra, o compromisso mutua entre as partes interessadas deve ser continuo. Não e trata de simples doação, mas é uma forma investimento financeiro que procura beneficiar algo.

Primeiramente o empreendedor deverá conscientizar da importância de ser ter um trabalho filantropo, que trará melhorias ao mundo em sua volta. Os consumidores dente a respeitar mais empreendimentos que são engajados em alguma causa, seja ela social ou ambiental. Isto causa uma sensação de confiança no cliente e a compreensão da sociedade de que aquela empresa se empenha em algo além do lucro. No entanto, num mundo onde empresas sofrem pressões da concorrência, nem todos os dirigentes conseguem conciliar o projeto social com a necessidade de gerar ganhos. Uma corporação necessita produzir resultados para fechar o caixa no final do mês e assim conserva-se no mercado. Qualquer queda na arrecadação poderá comprometer todo o trabalho filantropo realisado.

Essa experiência vem promovendo o desenvolvimento e a capacitação do setor de serviços. Para avaliar os resultados, é preciso que ocorra o continuo acompanhamento das atividades realisadas. O que necessita de contratação de mão de obra qualificada em diversas áreas. A avaliação do custo beneficio de aplicação financeira em projetos sociais, mostra que há retornos e influencia diretamente nas políticas sociais.

Neste processo poderá haver parceria entre a iniciativa governamental e a privada. Já que ambos cumpri com o seu papel completando o outro e outro.

Os projetos sociais minimiza a desigualdade social. Permite que as diferentes classes sociais se aproximem e troquem experiência. Os efeitos são das causas do dinheiro investido mais na educação de pessoas consciente e generosa.



segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

SUPER MOON

No dia primeiro, aconteceu o fenômeno da super lua. Tentei tirar uma foto, mas não ficou tão bom quanto a imagem real. Parece um borrão no céu ou o sol se pondo.

Este um fenômeno que acontece quendo o satélite natural se aproxima da Terra e parece maior à observação. O perigeu é momento em que a Lua estará mais próxima de nós.
















domingo, 24 de dezembro de 2017

HISTÓRIA DA CIDADE DE MARIANA- MINAS GERAIS



A história do município começa em 16 de julho de 1696, quando a bandeira de Salvador Fernandes Furtado de Mendonça achou ouro no Ribeirão Nossa Senhora do Carmo. No entorno desse, desenvolveu o arraial que recebeu o nome do rio. Logo se tornou a responsável na administração do controle do ouro. 




Nos períodos seguintes o lugar foi um dos mais importantes fornecedores deste minério para Portugal e, posteriormente transformou-se na primeira vila criada na Capitania de São Paulo e Minas de Ouro. Onde também foi fundada a primeira capital.


Em 1711 o arraial passou a ser considerada vila. No ano 1745 o local ganharia o nome, pelo qual é conhecido nos dias de hoje. Isto porque o rei de Portugual, Dom João V, elevou a vila para categoria de cidade, chamando-a de Mariana. Esse foi escolhido em homenagem Maria Ana D’Austria, sua conjure. O titulo de rainha dá a esta cidade um clima nobre. Suas igrejas enfeitada de ouro e decorada minuciosamente reforçam ainda mais esta ideia.



Nesta mesma época a cidade converteu-se na sede do primeiro bispado mineiro. Em vista disso, foi conduzido, do Maranhão, o bispo D. Frei Manoel da Cruz. Sua jornada perdurou por um ano e dois meses e foi apontada como um feito importante no Brasil Colônia. Logo foi fundamental a realização de projeto urbanístico. O responsável pela criação foi o engenheiro português militar José Fernandes Pinto de Alpoim. As ruas retilíneas e praças retangulares são o perfil desta primeira cidade planejada de Minas.


Além de manter preservadas construções centenárias. Mariana também foi o berço de algumas personalidades importantes na cultura brasileira. Entre eles estão o poeta e inconfidente Cláudio Manuel da Costa, o pintor sacro Manuel da Costa Ataíde e Frei Santa Rita Durão, criador do poema “Caramuru”. 

Precursora no requisito comunicação, em 1730, foi implantada a primeira agência dos Correios no Estado. Essa era conhecida como “Correio Ambulante” e fazia ligação entre Rio de Janeiro, São Paulo e a capital mineira.

No ano de 1945, Mariana obteve do presidente Getúlio Vargas o título de Monumento Nacional. Devido a importância de seu patrimônio histórico, religioso e cultural, à ativa influência na vida cívica e política do país, colaborando na Independência, no Império e na República, para a construção da nacionalidade brasileira.




Mariana não é mais capital do estado, mas em todo dia 16 de julho, Dia de Minas é realizando uma cerimônia simbólica na Praça Minas Gerais. O governador instala-se na cidade durante o evento cívico.

Mariana é uma dos municípios mais importantes do Circuito do Ouro, faz parte da Trilha dos Inconfidentes e do Circuito Estrada Real. Um município reconhecido em 1945 como Monumento Nacional. É cheio de riquezas do período em que começou a ser moldada a história de Minas Gerais.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

PRESERVAÇÃO DAS CIDADES HISTÓRICAS



Preservação das cidades históricas aquece economia local

Já ouvi muitas pessoas questionarem o dinheiro gasto na preservação de bens antigos. Estes acreditam que tais investimentos são um desperdício da verba publica e que seriam mais bem aproveitados na saúde, educação e segurança. Não discordo da importância de se investir em tais áreas, pois são essenciais para sobrevivência dos cidadãos. No entanto, a matéria publicada pelo jornal Globo, mostra o quanto à preservação é importante para a economia. Cidades como Tiradentes , Congonhas, Rio de Janeiro e Recife se beneficiaram com a restauração de prédios histórico.

As ações de preservação visa fundamentalmente o fomento da atividade turística tornando bens em ativo cultural e educacional. Com isso ocorre o desenvolvimento econômico, social e local. Através do aumento das visitações e do estímulo a atividades econômicas complementares. 


 Veja no link:

https://oglobo.globo.com/brasil/preservacao-das-cidades-historicas-aquece-economia-local-22044886

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

TURISMO ESPACIAL


Segundo a Folha de São Paulo, as viagens espaciais estão próximas de ser tornar realidade. Já há interesse de companhias aéreas em investir nesta nova e inexplorada forma de turismo. Dentre estas esta a Virgin Galactic. Em 2014 houve um experimento falho que levou a destruição da espaçonave e a morte do piloto, mas os planos não foram encerrados. Em Fevereiro a empresa lançou um novo projeto redesenhando a nave. Ela pretende colocar o projeto em pratica ainda em 2018 e já conta 400 passagens garantidas.

No inicio as naves farão uma viagem de mais ou menos 2 horas, apenas na fronteira do espaço, a 100 km de altura. Nesta zona é possível identificar a escuridão do espaço e a curvatura da Terra. No momento em que a nave alcança o ápice, os motores são desligados. Então ela começa a entrar em queda livre. Deste modo proporciona, durante três ou quatro minutos, a sensação de falta de peso característico das missões espaciais.

Primeiramente as empresas devem objetivar atingir a obita, mas no futuro poderá ser possível visitar a lua e até planetas distantes. Isso dependera do rumo das pesquisas espaciais e das chances de encontrar áreas habitáveis. Missões com naves não tripuladas já foram feitas pela Nasa com sucesso. Entre elas, está a chegada da sonda New Horizons ao planeta-anão Plutão depois de dez anos de viagem, em 2015 e a Solar Probe Plus, que pretende pesquisar a desconhecida atmosfera solar em 2018.

Com a conquista do espaço, o turismo, certamente tomar outros rumos. As pessoas não se contentaram em conhecer o planeta apenas na superfície, pois terão uma vista ampla da Terra numa espaçonave. Isso contribuirá para o interesse sobre o universo, pois com a solidificação das visitas, cresceram materiais de divulgação e guias preparados que contribuirão para o conhecimento. Também há a possibilidade de encurtar ainda mais as distancia entre um país e outro, já que viagens no espaço duram muito menos.

Enquanto as viagens ainda não são acessíveis às pessoas. Aqui na terra há espaço que permite o visitante conhecer o universo. Dentre os quais há o museu Catavento de São Paulo. 













http://www1.folha.uol.com.br/turismo/2016/06/1779524-turismo-espacial-pode-ser-realidade-em-2018-e-custar-milhoes-de-dolares.shtml

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

MUSEU DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA

Um excelente local para aprender história, especialmente sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra mundial, é o Museu da Força expedicionária Brasileira. 

Eu tive a oportunidade de visitar o prédio quando houve um encontro de veteranos. Os relatos desses foram surpreendentes. Primeiro pela dura viagem até a Europa. Segundo, já em terras Italianas, eles tiveram que enfrentar o despreparo com relação ao clima frio, a dificuldade de comunicação pela diferença da língua e os próprios perigos da guerra.

Na Segunda Grande Guerra (1939 – 1945), o Presidente Getúlio Vargas designou que a tropas da Força Expedicionária Brasileira (FEB) fossem encaminhadas à Itália para unir-se as forças aliadas que combatia o nazifascismo. Os soldados brasileiros colaboraram em batalhas consideráveis, como as tomadas de Montese, guarida protegida pelos inimigos. Os pracinhas eram soldados que se encontravam na linha de frente dos combates.

Tais méritos destes combatentes não poderiam ser esquecidos. É por isso que o Museu tem a finalidade de resguardar a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial.

O Museu da FEB é amparado pela Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira – ANVFEB. A instituição foi fundada em 1986, mas foi implantada em 1988. O acervo possui inúmeros itens distribuídos em seis salas que rememoram à participação da Força Expedicionária Brasileira na Guerra. Nesse podemos encontrar fotografias, jornais, objetos tridimensionais, armamento e vestuário.









Uma curiosidade histórica que descobri visitando o museu, é o porquê o símbolo da FAB ser uma cobra fumando. Segundo uns dos veteranos, naquela época duvidavam da participar do Brasil na grande guerra. Assim diziam que era mais fácil uma cobra fumar, do que soldados brasileiros lutarem no conflito. No entanto o fato realmente ocorreu e 25 mil pracinhas foram enviados para lutar ao lado dos Aliados contra o nazismo e o fascismo

A cobra vai fumar!” tornou-se lema da Força Expedicionária Brasileira, surgindo em vários registros da época. Também foi anexada nos uniformes das tropas. A vários exemplares expostos no museu.